Sejam bem vindos a este espaço!

Já que a gente aprende imitando os outros, vou pegar a idéia de meu pai emprestada, também vou fazer meu auto retrato ! Além do que, eu adoro viajar...

Vamos lá: os espaços que eu mais me identifico aqui são os desconhecidos... Aqueles que não serão criados por mim. Que ainda estão por vir... Que vão fazer de mim algo diferente do que sou hoje, afinal acabei de chegar ao mundo...


Voce já criou um blog??

27 novembro, 2008

Texto !



Olá a todos!
Clique aqui para acessar o texto!

26 novembro, 2008

CULTURA DA PAZ

Pessoal a ONG Estrela da Paz, compartilha com todos uma Apostila sobre a Cultura da Paz, com propostas de atividades para processos de formação e um texto de apoio com idéias da Unesco.
Vamos semear estas idéias neste nosso Brasil!

T5 - Convivência
abraços

24 novembro, 2008

Ensinar a Amar

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.” Nelson Mandela

23 novembro, 2008

Sistematização Semana 3 - T5 Convivencia

ATIVIDAD 9 – FÓRUM: Só observando

ROSA MACHADO, quando paro para observar nossos educadores, pude perceber o quanto nos preocupamos com a questão humanitária. Sem dúvida nossos educadores estão atentos a isso. Temos trinta minutos por dia que chamos de espiritualidade para vida, aqui abordamos vários assuntos, e é nesses momentos que deparamos com muitas situações gritantes. Primeiramente o educador procura resolver diretamente com a criança, quando não consegue pede ajuda a pedagoga que procura conversar e resolver os problemas, caso percista encaminha a psicóloga que faz um trabalho mais intenso, quando a necessidade trabalhamos em grupo (equipe técnica).

DEUSI APARECIDA, No cotidiano da escola nos deparamos com inúmeras situações conflitantes, que nos desafiam e nos colocam à prova. Se não houver uma dinâmica, uma sintonia do grupo, o envolvimento da família se torna muito difícil resolver-las. Por isso a importância de um trabalho conjunto em parceria escola-família. Na escola Tempo Integral temos alunos muito difíceis, são três alunos que vem do abrigo, com um histórico muito triste, então para eles violência é algo normal, mas procuramos tratar o caso da melhor forma possível, conversando muito, pensando junto, aconselhando mesmo. Mostrando para eles que a vida deles pode ser melhor do que é dando a eles a esperança de um dia ter uma família, e que no momento a sua família somos nós e as pessoas do abrigo. No final conseguimos muitas coisas positivas com eles. E isso me deixa feliz saber que podemos contribuir para que a vida deles serem melhor.

TANIA BELFORT, Não obstante ter apreciado bastante o texto, gostaríamos de contribuir com as seguintes considerações:
- os mitos que vivemos diariamente vão muito além da esfera educacional, pois são mitos civilizacionais e, portanto devem ser revistos e adaptados à nova consciência planetária.
- citamos como principais:
a) o mito da separatividade - acharmos que estamos separados uns dos outros e, portanto cultivamos com muito apego nossas teorias individuais, comprometendo assim o resultado coletivo;
b) o mito do Ego - concomitante com a ilusão de toda fenomenologia como possuindo existência inerente, pensar que realmente temos uma vida individual distinta no planeta e, sobretudo no cosmos; a revisão desses conceitos por todos, não apenas por educadores, é fundamental e que bom que temos hoje amplo respaldo científico para tal;
c) o mito da verdade - se não esclarecermos para nossos jovens que existem dois tipos de verdades diferentes, a relativa e a absoluta, continuaremos entrando em conflitos ad infinito. De maneira bem resumida, podemos dizer que nossas verdades são na maior parte relativas, a partir de nossas experiências pessoais adquiridas. Como Einstein bem exemplificou, a coisa observada depende do observador e, portanto, todos temos direito a nossa visão específica do objeto ou do assunto que estamos debatendo, sem necessitar entrar em conflito por causa disso. Já com relação às verdades absolutas, não há motivos para discutirmos ou entrarmos em conflito, pois se constituem de assuntos com comprovações inequívocas, tipo: todos nós iremos morrer um dia...
d) o mito do certo e do errado - mais uma vez, dentro do relativismo, evitar os conflitos com o uso do diálogo é sempre uma boa dica. E aí vai um ensinamento de Buddha: "É melhor ser feliz do que estar certo!"
Obviamente, todos os comentários e reflexões feitas pelo autor Carlos Gomes da Costa são bastante interessantes... entretanto, observamos que certos aspectos como o da hierarquia, já há muito tempo que está defasado, uma vez que os jovens, lotados de informações provenientes de outras fontes, afrontam cada vez mais os professores, surpreendendo-nos a cada minuto. Cito um aluno de 7 anos que perguntou ao professor: "Pô, meu, como é que você não tá no Orkult?" Precisamos correr para alcançar essa galera que vem aí, e haja mito a ser criado e mito a ser desmistificado... Será que não podemos substituir a palavra "conflito"? Se praticarmos a aceitação da opinião dos outros, aprendermos a ouvir o que o outro tem a dizer sem julgamento e exercitarmos a tolerância, iremos todos enriquecer nossas vidas com a diversidade abundante ao nosso redor - diariamente...

BARBARA CATARINE, A palavra conflito nasceu como algo mais na linha da discordância, que podia ser uma simples discussão verbal, entretanto hoje conotativamente acrescentou-se a este primeiro conceito as expressões: luta. Briga guerra... Por isso tenho dificuldade em visualizar um conflito que tivesse existido dentro da ONG, prefiro sustentar a minha ilusão no mito da ausência de conflito como disse Carlos Gomes da Costa, já que uma simples discussão verbal entre o educador e o educando não foi vista em nossas dependências. Ao contrário do que é percebido nas escolas públicas, onde todos os conceitos desta palavra são vistos diariamente, tanto em uma defesa de idéias quanto em uma briga.

GISELE CRISTINA, Olá, pessoal!

Eu não encontro muitos conflitos na relação educador/educando com meus alunos, eles me respeitam muito tanto em sala de aula quanto em qualquer outro ambiente da instituição.

Mas isto não se construiu de uma hora prá outra, foi e é preciso muito trabalho com os alunos. Noções de convivência, de solidariedade, de respeito, de diálogo, de regras a serem seguidas, essas coisas!

Muitas vezes foi preciso parar a aula, para trabalhar algo que os alunos precisavam no momento, por exemplo: um desentendimento na hora do lanche, no refeitório. Eles sabem que no refeitório não pode correr, e que cada criança lava seu prato, talher e copo, não é legal brigar e procurar sempre dar um bom exemplo. Eles geralmente levam tal desentendimento para a aula após o lanche. Não custa nada dar uma paradinha no conteúdo programado para o dia e falar um pouco sobre o diálogo na hora de resolver problemas, fazer uma dinâmica prá quebrar o clima ruim que ficou essas coisas.

Também sempre estou no posto de ouvinte. Quando um aluno tem um problema ele geralmente me procura e realmente se abre comigo, quer um conselho, ou simplesmente um colo, e eu dou, com isso foi criando uma relação de confiança entre mim e meus alunos!

Geralmente os maiores problemas são com os alunos novatos, mas nosso trabalho é sempre esse, sempre voltando e voltando, principalmente no que diz respeito à convivência!

AGNALDO RIBEIRO, O trabalho do Grupo Culturart é dividido ao longo do ano por manifestação cultural. nesta época do ano os trabalhos voltam-se para o reisado, preparativos para a festa de Reis em janeiro. Um dos alunos, dos mais velhos acompanhados no Grupo, é participativo, dinâmico e muito esperto, mas quando se trata de compromisso, por exemplo: responsável da semana para conduzir um grupo de alunos para fazer pesquisa sobre o reisado no bairro, este aluno simplesmente não comparecia às aulas. Procuramos a família para saber o que acontecia e éramos informados pelos seus pais de que estava bem e ultimamente jogava muito vídeo game. Convoquei os educadores e, numa reunião muito proveitosa, decidimos aos poucos dar responsabilidade em tarefas curtas no decorrer das aulas. Isso funcionou muito bem, pois este aluno se engajou na proposta do Culturart e às vezes faz trabalhos como monitor, principalmente no período que trabalhamos o reisado o que ele mais gosta e ainda faz parte do espetáculo Folia de Reis.

CATIA CRISTIANE, Observando um determinado educador conduzindo uma sala de aula, pude perceber seu lado humanista, às vezes tradicional em algumas abordagens, porém muito maternal, sua reação na relação de conflitos era sempre a mesma, procurar ouvir as duas partes para então entrarem em um acordo e quando o mesmo não existia, o educador colocava as duas crianças envolvidas para pensar em suas atitudes, após esse tempo de pensamento o educador voltava a conversar com as crianças para que o conflito fosse resolvido. Na minha opinião vejo a educação como uma troca de conhecimentos,mesmo o educador tendo um pouco mais conhecimento, ele também tem a possibilidade de aprender muito com o educando.

DEUSI APARECIDA, Fiquei encantada com o texto sugerido. Perebi que não se deve mascarar as relações, pois onde há relações humanas há conflitos. O importante é saber gerenciá-los e o crescimento que eles nos proporciona. Estabelecendo relação com as atividades que acontecem em minha escola vejo que durante as aulas de artesanato, as crianças aprenderam muito e melhoram na quetão da convivência. Quando acontece algum desentendimento, a professora se coloca como mediadora e as duas partes se entendem e percebem que há outras formas de resolver sem se agredirem seja física ou verbalmente. Hoje já melhoraram muito, percebo um espírito de colaboração e respeito mútuo. Mas a atuação do professor é fundamental como autoridade, que tem valores e princípios esta relação educando - educador ensinado a ser, a conviver, a conhecer e a fazer.

ATIVIDADE 10 – FÓRUM: MEDIAÇÃO DE CONFLITOS

ROSA MACHADO, Bom Pessoal, tem vez que precisamos usar de alguns subterfúgios para poder mediar conflitos. O Professores que usou balas para cativar os alunos e resolver conflitos pode ter sido sim uma maneira de resolver os problemas, uma vez, que ai tem o lado afetivo envolvido. Acredito que o diálogo, atenção e o amor pode sim curar muitas feridas. Lembro de um menino que na metade do ano chegou para mim e pediu para eu fazer um curativo no joelho, pois estava muito machucado, respondi que logo iria fazer que esperasse um pouco, pois estava ocupada. Assim que pude procurei o menino para fazer o curativo, isso se passou uns 20 minutos, ele veio todo contente, levantou o abrigo, e me disse? Tia Rosa tenho certeza que “tava “aqui, olhei o joelho tinha um parte vermelha bem pequeno, coloquei mercúrio, e ele foi todo feliz para sala. Na verdade o que queria era apenas atenção. Um abraço a todos.

DEUSI APARECIDA, As estratégias utilizadas no texto são muito diferentes do que geralmente se vê nas relações do dia a dia. A paz acontece de forma consciente e gradativa. Não é nada forçado, com ameaças ou punições. Na escola Tempo Integral em que administro, procuramos resolver os conflitos de forma harmoniosa, a criança pensa junto, analisa o comportamento negativo, pede desculpas e desenvolve uma boa ação cuidando do outro. Também estabelece um pacto de compromisso de pensar antes de agir, resolvendo com o dialogo ou procurando um adulto para mediar o conflito. Analisamos juntos, se colocando no lugar do outro, respeitando-o tratando-o de forma carinhosa.

CATIA CRISTIANE, 1) As estratégias sugeridas no texto são excelentes, pois tanto as crianças quanto os adolescentes de hoje em dia estão muito precoce e agitados, infelizmente alguns deles vivem um mundo adulto por conta de algumas necessidades familiares, e a escola às vezes se torna um lugar de refúgio para então descarregarem suas ansiedades, o que os educadores tem que estarem sempre munidos de estratégias para a mediação de conflitos.
(2) No meu dia a dia com as crianças eu trabalho muito com o corpo e movimento, através de relaxamento, canto, pois percebo que através desses exercícios colocam tudo pra fora, confesso que não é fácil, pois às vezes algumas crianças tentam resistir na mediação de conflitos, mas tento da melhor maneira possível para que possam refletir um pouco, mostrando a eles que o mundo tem muitas coisas boas para ser vividas ao invés de guardar rancor do amigo, brigar, viver reclamando de algo ou até mesmo internalizar um problema que só um adulto pode resolver que são os conflitos que a maioria vivenciam em seu cotidiano familiar, e assim tenho uma relação de amizade com todos.

DIVA DE SOUZA, comportamentos que podem aumentar o conflito e colocar mais lenha na fogueira, e não achar solução para o problema e meditar e achar respostas para o que esta ocasionando conflito e trabalhar em cima da respostas achadas através da tranqüilidade de ações e soluções.

BARBARA CATARINE, Durante a leitura dos textos pude perceber que duas técnicas orientais foram citadas, as quais são muito eficazes... utilizar a meditação para acalmar a mente e/ou meditar sobre determinados atos, é totalmente válida...utilizar a energia do outro durante um conflito faz com que você, respeite o seu "opositor" mesmo discordando de suas idéias.
Aqui no Estrela da Paz, durante o ano, são passados para todos os participantes do projeto 60 valores humanos, primeiramente através da meditação, depois estes são trabalhados em todas as outras atividades.
Assim todos já aprendem quais são as formas de resolver possíveis conflitos, algumas delas são: Pense antes de agir,Escute com a mente aberta,Trate o sentimento das pessoas com respeito e Tenha responsabilidade pelos seus atos.

GISELE CRISTINA, Quando se aceita a proposta de educação para a paz, há que se perceber que são necessárias várias mudanças na relação educador/educando/instituição/proposta de ensino. Primeiro que hoje em dia temos uma proposta de ensino na maioria das escolas que visa muito à competição, é competição para entrar num vestibular, escola militar, mercado de trabalho, essas coisas que são necessárias realmente, mas que ultimamente tem se dado muito mais destaque do que a formação de valores. Para formar um cidadão crítico, consciente de seus direitos e deveres, multiplicador de uma cultura de paz, é preciso então dar mais ênfase ao ensino de valores. Mostrar o quanto é importante a amizade, o amor, a compaixão, a solidariedade, a seriedade, o diálogo, entre outros valores tão importantes englobados no que temos de noção como boas maneiras.

Mas é um processo que demanda tempo, é uma semente que pode demorar para germinar, mas quando germina, cresce, se multiplica, e assim tomando como exemplo estas sementes, podemos levar para as crianças/adolescentes de uma instituição. Quando estes percebem o quão é importante essa cultura de paz, naturalmente passam para frente. Claro que estamos lidando com seres humanos, cheios de instabilidades, altos e baixos, e em um desses momentos, podem esquecer tudo o que aprenderam com a cultura de paz e em um determinado momento agirem completamente contrário ao que ensinamos.

Isto dá um sentimento de frustração sim... afinal, um trabalho que levou um certo tempo, de repente parece que foi por água abaixo. Mas aí é que entra a questão. Quando trabalhamos a cultura de paz, é um assunto que nunca deve ser esquecido, deve sempre ser trabalhado, a cada oportunidade que surgir, mesmo que em uma aula importantíssima, não custa nada perder 5, 10, 15 minutinhos para conversar com a turma quando algo não vai bem... acertando os pontos, estabelecendo regras criadas pelos alunos, de acordo com o que eles acham necessário seguir, claro, com a mediação do educador, procurando sempre perceber e lutar pelo direito, necessidade básica da criança!

TANIA BELFORT, Inicialmente queremos agradecer as sugestões de sites e artigos que muito nos enriquecem. Com relação ao tema, existe uma enorme diferença entre as escolas públicas e privadas, bem como entre as ONGs. No nosso caso, acreditamos que vivenciamos uma situação privilegiada, pois o convívio direto com a natureza já conduz a um estado de harmonia e plenitude. Em pouquíssimos momentos nos deparamos com "conflitos" - quando surgem divergências, ensinamos a tolerância, o escutar da opinião do outro e o respeito mútuo.
Gostamos muito dos artigos sobre as técnicas de mediação - em especial do artigo de Flávia Mantovani, que traz o depoimento de Maria Elvira Tuppy "A educação para a não-violência requer o diálogo e a escuta ativa. A criança e o adolescente precisam entender a responsabilidade das suas escolhas...” Na nossa prática, utilizamos o Yoga, a Meditação e as Artes em geral, sobretudo a pintura e a música; deixamos que eles participassem da dinâmica do momento buscando a integração plena e a auto-realização. Postaremos no nosso blog algumas fotos dessas atividades. www.estrelinhasdapaz.blogspot.com

ATIVIDADE 11 – FÓRUM: COMUNICAÇÃO VRITUAL EM TEMPO REAL

BARBARA CATARINE, Olá Simone e Grupo, Aos poucos e por necessidade fui entrando nesse ambiente que já existia e que eu não dava muita importância - o ambiente virtual - durante o meu curso de graduação, fiz várias reuniões via MSN altas horas da noite, facilitava muito, além do custo-benefício, hoje raramente utilizo telefone.
Quando preciso criar alguma coisa para a ONG, em relação à programação visual, rapidamente entro em contato com nossa Web Design e solicito ajuda via MSN, assim posso aprender mais sobre esta ferramenta e ainda desafogo ela.
Quando quero entrar em contato com os jovens da ONG, envio uma mensagem para o celular através de torpedos, além de deixar mensagens no MSN e Orkut, rapidamente eles me retornam, muitas vezes até na mesma hora se estiverem conectados.
No Gmail, tem a opção de bate-papo, lá você pode ver também quem de seus contatos estão on line, é super prático, utilizo para conversas rápidas, principalmente com quem não tem conta no MSN.
Em alguns sites, principalmente os jornalísticos, existem fóruns que pauta sobre diversos assuntos, quando tem algum que me interesse eu participo, gosto mais dos fóruns que das salas de bate-papo, estas raramente entro.
Já o Skipe ainda não o utilizei.

Abraços turma!

GISELE CRISTINA, Você já conhecia essas ferramentas?
Sim, sou uma pessoa viciada em internet, hehehehehe
1. Conhece outras com essa mesma função? Quais? Não sei se ainda está em uso, mas existe o Mirc, que é uma espécie de bate-papo onde há a possibilidade de reunir muitas pessoas. É uma ferramenta antiga, mas que era muito legal, não sei ao certo se ainda acessam esta ferramenta.
2. Você usa alguma delas? MSN, Orkut, E-mail, torpedo celular, de tudo um pouco!
3. Você acha que elas facilitam a convivência? Por quê?Olha, eu costumo dizer que a internet me deu tudo, mas calma, vou explicar! Eu sempre fui uma pessoa mais retraída, e na internet eu posso me soltar um pouco, o que me proporcionou aumentar meu ciclo de amizades! Também estou onde trabalho atualmente graças a um anúncio na internet. Até meu casamento, eu conheci meu esposo pela internet, então eu acredito sim que são ferramentas que facilitam a convivência. Porém temos que usá-las com consciência que nem todo mundo compreende a vida em comunidades virtuais, acham que por ser virtual pode fazer de tudo e esquecem que até no mundo virtual existem regras.

No Orkut tenho a comunidade Pedagogia, com mais de 50.000 membros, médio outra comunidade grande, de banda, e os conflitos nestas comunidades, no que diz respeito a não aceitação de regras são muito grandes... até comentários como: No mundo virtual não precisamos de regras eu já li nas minhas comunidades, já fui taxada até de déspota em minhas comunidades porque nelas as regras são seguidas por quase todas as pessoas e quem se rebela e não argumenta acaba expulso do grupo. Mas se há uma rebeldia com um bom argumento, acaba se transformando em uma troca de experiências. Já mudei regras de comunidade depois de protestos dos membros, que debateram o assunto e argumentaram... tudo se resolve com conversa!

CATIA CRISTIANE, 1) Já conhecia o MSN. 2) Não, já ouvi falar do Skype, mas nunca utilizei. 3) Sim o MSN. 4) Sim, pois como trabalho diariamente e estudo, o MSN facilita o diálogo entre amigas da faculdade e meus familiares, possibilitando a troca de conhecimentos e interação.

DEUSI APARECIDA, Na verdade sou um pouco leiga no assunto. Confesso que esse curso tem me ajudado muito a buscar melhorar meu conhecimento sobre o uso destas ferramentas. Já usava o MSN, o OKUT, faço pesquisas na internet, mas a conversa no chat ou postagem no blog ainda deixa a desejar. Tenho certeza foi o melhor jeito de não perder o contato com tantas pessoas legais e com experiências diversas que conheci no curso presencial de Curitiba.

VERA CAROLINE, Sim Conhecia aqui na instituição nos comunicamos muito por MSN, pq as salas são um pouco distantes ai utilizamos o MSN para nos aproximar. Resolve muito sim, pois a comunicação acaba por ser mais intensa e não só o necessário.

TANIA BELFORT, Essas ferramentas são maravilhosas, porém nem todas podem ser disponibilizadas para nosso público em geral. Trabalhar com a periferia onde os jovens acessam a internet em lan houses torna difícil a interação. Estamos no momento apenas com o Blog. No caso dos Colaboradores, que são os facilitadores do Projeto, o tempo e o conhecimento das técnicas necessárias para tal, tornam-se fatores de dificuldades a serem superadas a médio e longo prazo. Entretanto, alguns já as utilizam, como BÁRBARA MARQUES, que está realizando um ótimo trabalho na área de Comunicação pela Paz. É a administradora do nosso projeto e merece todo nosso incentivo e apreço.

21 novembro, 2008

Sistematização segunda semana T5 Convivência

ATIVIDADE 5 – FORUM: VIAGEM IMAGINÁRIA

AGNALDO DOS SANTOS, no Grupo Culturart, como em toda ong que pensa em prosperar, tem regras de convívio bem claras e explicitas em mural para que todos tenham acesso às mesmas. Como: pontualidade, companherismo, respeito, entusiasmo, ajuda mútua e outras mais voltadas para as crianças como: com licença, por favor, quer ajuda? Como posso ajudar? Bom dia, boa tarde, etc, que também estende-se aos educadores, dentre outras.

CATIA CRISTIANE, procuro seguir as regras e desenvolver meu trabalho da melhor maneira possível, sempre respeitando o espaço do outro.

DIVA DE SOUZA, aqui na nossa comunidade também tentamos respeitar o espaço dos jovens e adolescentes para que possamos realizar um bom trabalho.

HILDA DA MOTA, Deveres dos funcionários e professores: *Chegar sempre no horário,
*Nunca agredir o aluno com palavras e nem fisicamente, *Ser um bom exemplo na comunidade e zelar pelo nome do projeto, *Respeitar os companheiros de trabalho, *Ter sempre contato com as famílias das crianças.Para ter um acompanhamento sobre o desenvolvimento escolar e no convívio com a família.
Deveres dos alunos: *Chegar sempre no horário, *Respeitar o professor e colegas, *estar uniformizado, * Se possível não faltar às oficinas.(se falta tem que avisar), *Manter o local das oficinas sempre limpo.(não jogar lixo no chão, etc), *Ter um bom desempenho na escola e em casa.

ILIANY KENIA, trabalho com 7 educadoras, 3 monitoras que lidero diretamente e para ter uma relação profissional saudável as regras são necessárias e são sempre lembradas de acordo com as situações, partindo do ponto que vivemos em sociedade e para isto temos regras de convivência, na nossa família acontece da mesma forma, respeito nas relações, compromisso, compreensão, profissionalismo, pontualidade, saber dizer o que incomoda. As crianças têm regras de convívio nas salas e os professores também tem, mas nada formalizado, estamos elaborando um regimento interno para ver se surte efeito. Pois as regras tem sido quebradas constantemente. Noto que os profissionais contemporâneos não têm muita ciência de seus deveres, entendem bem seus direitos e só, isto é algo que causa problemas, pois precisa-se observar os dois lados. O meu papel e lembrá-las e discutir sempre que necessário com os profissionais sobre estas regras fazendo refletir sobre o assunto. As pessoas são orientadas quando iniciam sobre as regras.

PINA RABBIOSI, semana passada, nós escolhemos a Biblioteca, como espaço preferido dentro da Casa do Sol. Este é um lugar tranqüilo e silencioso, os livros que aí estão, nos seduzem, queríamos poder morar ali, fazendo deles nossos confidentes; nos encantam e nos da um prazer enorme estar junto deles, desfrutando tamanha riqueza.Tem umas regras para ter acesso à Biblioteca, estas são faladas, a cada pessoa que entra pela primeira vez. Estas são:
1. Lavar as mãos, 2. Deixar na portaria sacolas, mochilas, bonés, celulares, chiclete e toda qualquer comida.
Não precisa ter regras explicitas para usar a Biblioteca, lá o ambiente favorece o silêncio e o cuidado para com o espaço, os moveis, os livros.Pequenos e grandes se movimentam nela come se estivessem pondo os pés num tapete fofinho e falam só quando for necessário e em voz baixa.

ROSA MACHADO chegamos a um grau de maturidade que nossas crianças e adolescentes cobram a existência das normas quando entra um aluno novo, por exemplo, logo já é cobrado. Várias opiniões já foram dadas pelos colegas neste fórum, mas como diz a Barbara é quando saímos do nosso local para atividades externas é que notamos a diferença dos que estão no projeto e dos que não estão, ai temos a certeza de estar no caminho certo. Beijos Desculpa esqueci de um detalhe. Nossas regras no refeitório são iguais para todos. No almoço podemos nos servir a vontade desde que não deixe no prato, porém a carne tem limite, uma vez o Pe. Eduardo nosso presidente pegou três almôndegas, uma criança logo disse Padre não pode é sós duas, ele bem sem jeito desculpe não me falaram dessa regra. Ha Ha Ha, pois uma festa até hoje ele conta isso e já se passaram 10 anos.

TANIA BELFORT E BARBARA CATARINE, estabelecemos as seguintes principais regras para o convívio no espaço: - Cuidados com o meio-ambiente, - não matar ou maltratar os animais e pássaros, insetos, etc...,- não machucar as árvores, tirando frutos ainda verdes...,- não arrancar os frutos sem antes pedir...,- não subir nas árvores (por motivos de segurança), - não jogar lixo no chão, - se encontrar lixo, prego, vidro ou qualquer objeto cortante, apanhá-lo e jogar no lixo, impedindo que outros venham a se ferir, - manter uma conduta fraternal e solidária com os colegas, - ser participativo, - praticar a ética da contenção durante os horários do lanche, não excedendo as quotas permitidas, - observar as regras de higiene e limpeza pessoal e ambiental, - não fumar, ingerir bebidas alcoólicas ou desconhecidas, - uso de roupas adequadas, simples, porém limpas, - não se apoderar de qualquer coisa que não lhe pertence, - observar as regras específicas nos ambientes da Biblioteca e do Telecentro, como a observação do silêncio, cuidado com os livros e equipamentos, - não falar mal uns dos outros, evitando fofocas e disse-me-disses...,- não mentir, - acatar os conselhos e recomendações dos monitores e dos colaboradores, - prestar atenção na sala de aula, principalmente na exposição dos temas, - praticar a disciplina, a pontualidade e o respeito aos outros, - sempre que possível, praticar as virtudes humanas recomendadas pelo Projeto, - colaborar com os trabalhos de equipe e com a manutenção dos espaços.

GISELE CRISTINA, em oda a instituição, temos regras gerais a serem seguidas por todos nos ambientes comuns (corredor, banheiro, refeitório, etc) e cada professor tem liberdade de criar, junto com os alunos em sala de aula, regras de convivência. No meu caso, que é Humanidades, as regras sempre acabam sendo do cotidiano mesmo, e revelam necessidades que as crianças apontam e precisam suprir. Entre a equipe, regras como:

- Pontualidade;
- Assiduidade;
- Compromisso;
- Respeito;
- Solidariedade;
- Responsabilidade.

Entre os alunos:

- Não correr pelos corredores;
- Respeitar os educadores;
- Deixar os ambientes e coisas do jeito que encontraram;
- No refeitório, lavar o prato, talher e copo que usou;
- Não jogar lixo no chão, e quando encontrar, independente de quem tenha jogado, jogar no lixeiro, mantendo o ambiente sempre limpo e conservado.
- Ser assíduo e pontual;
- Fazer uso do fardamento oferecido;

Nas salas de aula:

- Respeitar os educadores;
- Ser assíduo e pontual (o aluno que se atrasar não participa da atividade, caso tenha alguma em ação no momento, tolerância de 15 minutos);
- Fazer bom uso do material didático oferecido, lembrando sempre de dividi-lo com os demais;
- Liberdade para fazer uma crítica construtiva sobre o andamento das aulas e dar sugestões para melhorá-las;
- Devolver a sala para a próxima turma limpa e organizada (neste momento todos os alunos se mobilizam para organizar a sala, sendo reservado, da aula, 5 minutos).
- Fazer uso das "palavras mágicas", tais como: obrigado, parabéns, com licença, por favor, bom dia/tarde/noite, etc;

DEUSI APARECIDA 1. Sim. Na minha instituição há regras. Pois acredito que é uma das coisas que fizeram com que a humanidade evoluísse. Para que haja ordem e tudo funcione bem. Para que as pessoas respeitem o espaço uma das outras é necessário estabelecer regras de convívio sim.
a) (professores e funcionários)
Respeitar os horários de chegada e saída
Respeitar o local de trabalho de cada um
Ser cooperativo e desenvolver o companheirismo
Ser responsável e comprometido
Respeitar e tratar bem o outro
Não receber pessoas estranhas no local de trabelho
Evitar conversas paralelas, fofocas e distorções de fatos .
Zelar pelo nome da instituição
Não agredir o aluno em hipótese alguma física ou verbalmente
Não fumar na dependência da escola
(ALUNO)
Respeitar o colega. Não agredindo-o física ou verbalmente
Ser cooperativo e colaborativo
Respeitar professores e funcionários
Ao sinal de entrada dirigir-se imediatamente para a sala de aula
Se apresentar limpo e uniformizado
Cuidar de seus pertences e respeitar os alheios
Caso haja algum desentendimento pedir desculpas ao colega e se comprometer não repetir a ação indesejada.
A presença da família é solicitada sempre que necessária seja para apresentar bons resultados ou solicitar ajuda.
MARIA HELENA... Sim... Respeitar o espaço do outro, Horário pré-determinado, Cuidar e conservar o material do ambiente.

ATIVIDADE 6 – FORUM: RETOMANDO OS COMBINADOS DESTE CURSO

AGNALDO RIBEIRO... Podem até não dar conta de nossa convivência no ambiente virtual, mas aumenta a responsabilidade do cursista quanto à suas obrigações no curso.

HILDA DA MOTA... Sim. Os combinados ajudam a nos organizarmos, e é uma forma democrática de regras que nos faz ser mais responsável com o curso.

ILIANY KENIA... Eu espero que sim, porque imagino que cada um tenha uma rotina e tenha que se adequar a ela.

CATIA CRISTIANE... 1-Acredito que sim, porém se não der conta podemos ver a melhor maneira de convivência, sempre respeitando os espaços dos outros.

PINA RABBIOSI... Sim. nos parece que os combinados favorecem a nossa participação e o dialogo entre nós. As dificuldades vem da nossa pouca prática com esta nova ferramenta. Este é o primeiro curso virtual que fazemos e não sabemos ainda como nos movimentar neste espaço.

ROSA MACHADO... Acredito que estamos dando conta do recado, aprendendo com as diferenças, dialogando, e se não esta dando certo conversamos novamente.

GISELE CRISTINA... Sim, acredito que os combinados darão conta do recado! Também acredito na organização que eles trazem para as discussões entre as pessoas que estão, fazendo o curso!

Mas caso não dê certo, podemos nos reunir e pensar estratégias para reorganizar tudo!

TANIA BELFORT... Nossa opinião é que estão sendo desenvolvidos de forma participativa, democrática e razoável; portanto, achamos que irão dar conta dos nossos desafios.Caso não der, podemos voltar a consultar mais uma vez o grupo e colher novas sugestões.

BARBARA CATARINE... Os combinados estão dando conta, estou me organizando melhor.

DEUSI APARECIDA... Nós seres humanos somos únicos, pensamos e agimos de formas diferentes, mas isso não nos impede de relacionarmos de forma amistosa e respeitar essas diferenças, pois são justamente as diferenças que nos fazem crescer como pessoas e como cidadãos.Portanto acredito que através dos nossos combinados seremos grandes parceiros e o curso ampliará em muitos nosso conhecimento.Agora se não der certo poderemos juntos avaliar, conversar e elaborar novos combinados.

MARIA HELENA... Sim, a combinação possibilitou que eu me organizasse melhor e desta forma participar do grupo como um todo.

ATIVIDADE 7-FORUM: CONVIVENDO VIRTUALMENTE

AGNALDO... Tive dificuldade e não consegui postar textos ou fotos no blog.

BARBARA CATARINE... Olá Agnaldo, tudo bem? no post da Simone " ESCLARECIMENTO SOBRE ESTA ATIVIDADE - BLOG", tem um passo a passo que pode te ajudar, até mais!

ILYANI KENIA... Eu visitei o blog, só não descobri como deixar um recado, se puder me indicar os procedimentos prometo que escrevo.

CATIA CRISTIANE... Fiquei em dúvida sobre a atividade 7. BARBARA CATARINE... Catia dá uma olha no post de Simone e boas postagens!

ROSA MACHADO... Estou amando o curso.Estou cada dia mais fascinada pela mundo da Internet, confesso que penei muito no começo, mas arrisco dizer como já sou quase gente ( meirinha falta muito ), mas não desisto.É bom partilhar com vocês, olhei blog, vou me arriscando. Um abraço e bom final de semana a todos.

BARBARA CATARINE... Pessoal, assim que vi o Blog eu o acessei normalmente, mas nada tinha postado até então, hoje deixei duas mensagens para vocês e respondi a enquete, o único problema foi que tentei postar duas fotos mas não consegui, a página dava erro, até pensei que a minha net estivesse lenta mas não era o caso, tentei pelo Explorer e pelo Mozilla, mas nada adiantou, tentarei mais tarde. Abraços!

TANIA BELFORT... Prezados companheiros e companheiras de jornada, Tem sido gratificante compartilhar com vocês nossas experiências e aprender sobre suas atividades. Tenho observado transparência, simplicidade e mensagens verdadeiras e significativas.Assim vale a pena...

MARIA HELENA... Não estou conseguindo entrar no BLOG. O que posso fazer?!

TANIA BELFORT... A mensagem não foi enviada - talvez porque o número de caracteres ultrapassou a cota...encolhi o texto várias vezes...e nada...não consegui identificar o erro. Tentarei de novo amanhã.

MARIA HELENA.... É verdade e é isto que está sendo legal, compartilhar saberes convivendo com pessoas de todos os lugares e que militam na mesma busca e compreensão de um mundo melhor de ser vivido.

ATIVIDADE 8-FORUM: COMO ESTAMOS CAMINHANDO

PINA RABBIOSI... Pois é, nos identificamos com o colega da figura 3. Nós também sentamos no computador à noite, depois de um dia intenso. Precisamos de muito esforço para nos recolher e entrar na porta que se abre a nossa frente. A tela nos convida a penetrar no universo virtual do curso, este é um mundo novo para nós, isso deixa-nos inseguras.............Hoje, domingo de manhã, estamos aqui, a nossa cabeça está bem mais viva.Mas a respeito do curso; estamos percebendo sua importância, porque nos obriga a refletir, a mergulhar no dia a dia, nas atividades e ações que fazemos. Estamos vendo que muitas vezes pairamos sobre a vida que acontece na Casa do Sol, isso limita e reduz a significação do nosso fazer.Somos gratas por esta possibilidade que nos é concedida!Um abraço a todas e todos que como nós está descobrindo cores, imagens, paisagens deslumbrantes neste mergulho coletivo.....Pina e Filó

AGNALDO RIBEIRO... Até o momento, achei interessante, pois o curso provoca reflexões sobre a convivência no grupo e tenho levado isso para as reuniões e provocado discussões sobre o tema. Há momentos que precisamos sacudir a entidade e este curso estarem contribuindo para isso. Escolhi a imagem 3 por perceber equilíbrio, ao contrario das outras que aparecem o comodismo, irritação ou acúmulo de tarefas.

HILDA DA MOTA... ELA RETRATA O MEU INTERESSE PELO CURSO, POIS ME DAR O OPORTUNIDADE DE CONHECER OUTRAS PESSOAL E ME AJUDA NO DIA A DIA COM MEU TRABALHO.

ILYANI KENIA... O curso é muito bom, pena que tenho encontrado dificuldade para acessar por motivo estar em uma rotina muito intensa por ser encerramento de ano escolar.

CATIA CRISTIANE... A imagem escolhida é a 3 pois,no começo senti um pouco de dificuldade, porém ainda não havia participado de nenhum curso virtual,e com essa oportunidade pude perceber que é muito bom essa interação,as dúvidas que tenho são respondidas e tenho todo o suporte necessário.

ROSA MACHADO... A figura que mais parece comigo é a numero 4. Sou assim, elétrica, estou sempre em movimento, adora ter várias coisas para fazer ao mesmo tempo. Esse final de ano é planejamento, é bazar, exposição de pintura, movimentação em torno da casa para o Natal, participação do Cora Infantil nas Festividades do natal, meio ambiente, nos preparando para construir um aquecedor solar inventado a partir de sucatas e que já é um sucesso em nossa região, o autor é de Tubarão cidade vizinha, enfim muitas atividades para dar conta fora outras que não relatei. Mas uma coisa é certa inicie o curso pela Internet há três meses, depois não parei, primeiro foi atuando em redes, depois captação de recursos, agora convivência, sabes por que eu continuo. Maravilhoso poder compartilhar e aprender com pessoas que não conhecemos, e que comungam com o mesmo fim. Estou amando, tiro tempo ( tempo nós que fizemos, depende da prioridade) é bom, importante para mim como pessoa, estar atualizada, fazer novos amigos é tudo de bom. Parabéns a todos os envolvidos.

DEUSI APARECIDA... Para mim a imagem quatro é muito significativa, pois me remete a uma pessoa segura de si, dinâmica e atualizada. Hoje em dia o profissional que tem medo das novas tecnologias está fora de contexto. Mesmo que tenha dificuldades deve buscar se aperfeiçoar e aprender com os colegas. Este curso tem me possibilitado ampliar meus conhecimentos sobres vários assuntos, mas principalmente de fazer uso da inúmeras possibilidades de trabalho e navegar pela Internet e o achava muito distante usar um BLOG. Adorei! Ahahah... Bjks...

TANIA BELFORT... Curiosa, sempre querendo aprender e compartilhar os conhecimentos enfrento meu dia a dia com serenidade e alegria - enfim, a tecnologia chegou com tantos novos desafios e temos milhares de crianças para nos ajudar - pois não é que aprendem mais rápido do que a gente? Estou muito contente de estar aqui com vocês.

GISELE CRISTINA... A imagem nº 3 é a que melhor representa meu momento no curso, pois eu acesso mais na hora em que estou mais relaxada, filha dormindo, casa sossegada, a xícara de café ao lado do monitor, hehehehe, é como estou me sentindo!

BARBARA CATARINE... Até agora está tudo super tranqüilo, não tive dificuldade alguma em navegar pelo conteúdo do curso, o qual está super interessante, me fazem ter muitas idéias durante a construção dos trabalhos.

MARIA HELENA... Imagem "4", por que ela retrata a forma com que me disponho a investir neste curso que a meu ver está sendo bastante proveitoso, pois ele está permitido que se pare um pouco com o "corre corre" do dia-a-dia e se permita olhar um pouco mais para o entorno, que está ali, mas que pouco ou quase nunca percebemos. Esta semana que passou passei a prestar mais atenção na instituição que trabalho e como as pessoas interagem dentro da mesma. “Todos temos um saber e ninguém o tem ao todo intercambiar é condição para avançar".

19 novembro, 2008

CULTURA DE PAZ

" PAZ,COMO SE FAZ?"

* Respeitar a Vida;
* Rejeitar a Violência;
* Ser Generoso;
* Ouvir para Compreender;
* Preservar o Planeta;
* Redescobrir a Solidariedade.









"Talvez o sonho de uma Cultura de Paz esteja muito próximo de nós, repousando na natureza essencialmente generosa e criativa do ser humano, que simplesmente anseia por uma pausa, um espaço de acolhimento, de expressão e de partilha".
Laura Roizman.

obs: Palestra ministrada pelo Dr. Acácio Ferreira na ONG Estrela da Paz.

18 novembro, 2008

Participação no CHAT...não deixe de ler!


Olá pessoal, vejam como foi interessante o bate papo no chat entre a Bel, Fátima e Eni!

17:46: ALEXANDRE DE LIMA VASCONCELOS VIEIRA abandonou este chat

17:46: Fátima Gomes entrou no chat

17:46 Fátima: Tem alguém na escuta?

17:47 Fátima: Bel, kd vc?

18:02: Izabel Brunsizian entrou no chat

18:03 Izabel: Olá pessoal! Alguém entrou?

18:04 Fátima: Eu to aguardando Bel,

18:06 Fátima: muito sol e calor

18:06 Izabel: Ehhh, beleza!!! Olha, podemos começar nos duas ou aguardar. O que você prefere?

18:07 Fátima: como faltei na sexta-feira, se vc quiser a gente pode conversar um pouco

18:08 Izabel: Veja, a idéia é ajudá-los a pensar em situações de conflito que podem ser ultrapassadas buscando a melhor convivência. Se estivermos somente nos duas, acho que podemos escolher uma situação significativa para você

18:09: ENI COIMBRA DE SOUZA entrou no chat

18:09 Izabel: Olá Eni! Que bom vê-la por aqui...

18:09 Fátima: eu achei interessante o caso que vc sugeriu, embora não seja do meu cotidiano prático, mas acho que vale a pena comentar

18:09 ENI: olá, pois é hj chequei mais cedo do trabalho

18:11 Fátima: que bom falar com vc Eni...

18:11 Izabel: Eni, eu e Fátima estamos escolhendo uma situação para conversamos.Fatima, conte a Eni a situação que você achou interessante

18:12 ENI: idem

18:13 Fátima: A situação relatada pela Regina cuja criança do reforço escolar é muito danada, não seguia as regras de convivência, foi impedido de participar das atividades esportivas, mas mesmo assim continua danado e a professora tentou de tudo e estão pensando em excluí-lo das atividades...

18:13 Fátima: acho que é mais ou menos isso....

18:14 Izabel: É isso mesmo!

18:14 Izabel: Vamos pensar juntas, nós três. Vocês tiveram perto de uma criança "danada"?

18:14 Fátima: acho que os textos propostos para leitura ajudaram muito a refletir sobre a forma de mediar conflitos

18:15 Izabel: É verdade! Há uma série de dicas ...

18:15 Fátima: acredito que as crianças danadas são as que mais precisam de nossa atenção

18:16 Fátima: elas estão chamando atenção por algum motivo que a gente não conhece

18:16 Izabel: Eu fico pensando que muitas vezes, se no grupo há uma criança danada parece que o resto do grupo some não é?

18:16 ENI: olha Fatima, não conheço os fatos que tornam essa criança ser tão danada a ponto de não haver meios de ajudá-la

18:16 ENI: carinho e conversa tem dado bastante resultado no meu dia dia com as crianças

18:17 Izabel: Eni, conte um pouco sobre isso. É importante!

18:17 Fátima: às vezes é somente necessidade de atenção

18:17 ENI: e acho que a presença da família se faz necessária nesse momento

18:18 Fátima: educação integral pressupõe a presença da família, pois ela é responsável por 70% da aprendizagem

18:18 Izabel: Sabem, outro dia num chat de outro grupo, falamos sobre as familias. Eu acho importante sim, sem dúvida. Mas precisamos criar estrategias dentro de nossa organização, quando não temos a familia presente. O que acham?

18:19 ENI: uma vez eu tive um caso tão dificil para resolver e pedi pra Deus que me desse sabedoria e numa sexta-feira Ele me usou e eu levei essa criança para passar o final de semana junto a minha familia

18:19 Fátima: Quase todos têm alguma referencia, pode não ser o modelo de familia que imaginamos

18:20 Fátima: que bom Eni, e daí?

18:21 ENI: o carinho recebido pelos fez com que ela quizesse voltar a minha casa e eu a trouxe por 3 finais de semana obtive otimos resultados. A falta de carinho, uma religião na vida dessas crianças é muito grande

18:22 Izabel: Que bonito caso, Eni!

18:22 Izabel: Posso continuar utilizando o seu exemplo para refletirmos um pouco sobre estas dificuldades?

18:22: ENI COIMBRA DE SOUZA abandonou este chat

18:22 Fátima: vc tocou num ponto importante que acredito ser imprescindível...um referencial religioso. Sempre as pessoas religiosas tem melhores laços afetivos e comunitários

18:24 Izabel: É Fatima, o referencial religioso coloca a gente num plano maior, a gente começa a acreditar que não existe somente este conflito aqui,não é?

18:24 Fátima: claro, abre os horizontes para ver o ser humano noutras dimensões e ter uma visão holística da realidade

18:25 Fátima: facilita a compreensão da realidade

18:26 Izabel: Então, vamos pensar em como podemos ajudá-los a compreender a realidade, abrir os horizontes, dentro de nossa instituição. Que ações poderiamos fazer diante de uma criança danada?

18:26 Fátima: Me chamou atenção o fato da educadora levar a criança para sua casa...o que vc percebe com issso, Bel?

18:27 Izabel: Acho que a Eni se envolveu emocionalmente com esta criança não é? Quis acolhê-la, cuidar dela... mas não podemos fazer isso com muitas crianças, o que é a realidade de muitas ONGS.

18:28 Fátima: isso é complicado, se a educadora precisar deixar o projeto a criança poderá retornar ao quadro anterior

18:29 Fátima: Mas vamos retornar para o que fazer com a criança danada?

18:29 Izabel: É verdade! Fico imaginando a criança danada, pulando, gritando, chamando a atenção, provocando o outro;....

18:30 Izabel: Ela quer nos dizer algo!

18:30 Fátima: atualmente é comum os pais perderem o controle da situação logo cedo, parece-me que há uma crise de limites na educação

18:30 Fátima: essa criança que não conheceu afeto, limites, etc quando chega na instituição começa aprontar e agora?

18:31 Izabel: Penso que poderíamos chegar perto desta criança e perguntar o que ela quer nos dizer, abertamente, assim: por que você está fazendo isso? O que está precisando?

18:33 Fátima: Vc está me lembrando da fala do Prof. César Munôz no Seminário Nacional de Educação Integral.

18:33 Izabel: O que ele disse?

18:33 Fátima: Ele realmente trata de “outra educação possível” é uma metodologia humanizada, achei muito interessante

18:34 Fátima: Ele leva muito em conta a criança como ser pensante, desejosa, que pode expressar seus sentimentos, necessidades e contribuições. Educação que valoriza o afeto, o conhecer, o outro , o respeito, a valoração...

18:34 Izabel: Acho que falar a verdade a criança, ajuda-a a se encontrar. A criança ainda não tem dominio de todas as palavras para dizer o que quer, então ela pula, grita, esperneia e se a gente fala a verdade, trazemos ela perto de nosso coração.

18:35 Fátima: cidadania, outro mundo possível...

18:35 Izabel: Esse outro mundo a gente tá construindo junto com estes pequenos...

18:35 Fátima: elas são muito sinceras mas nem sempre vêem sinceridade nos adultos, será que isso não atrapalha a aprendizagem?

18:36 Izabel: Atrapalha, sim! Cabe a nós mostrarmos esta verdade. Por isso que eu acho que falar com sinceridade, ajuda

18:37 Fátima: a visão de educação humanizada, conhecedora da realidade e não meros transmissores de conteúdos

18:38 Izabel: Esse é o principal papel da ONG: falar de gente para gente, penso eu!

18:39 Fátima: Diante disso, começar por onde? Pelo educador ou pelo educando? quem precisa mudar o olhar?

18:40 Izabel: Que pergunta boa!

18:40 Fátima: Sabe Bel, acho que entra o papel das ONGs...vc sabe que a escola formal é cheia de limitações, mas as ONGs podem inovar e mudar um pouco essa realidade

18:40 Izabel: E que bom ter gente como você que procura espaços para refletir ...

18:41 Fátima: pena que estamos sós...

18:41 Izabel: É as ONGs podem inovar sim! Podem fazer a diferença: no trabalho, no contato, na relação, na forma de ensinar

18:41 Izabel: Xiii, não terminei... na forma de ensinar

18:42 Izabel: Pena mesmo! Como podemos fazer isso chegar até os outros?

18:42 Fátima: vamos incentivá-los a participar do próximo fórum?

18:43 Fátima: me diz as datas que ajudo fazer a propaganda

18:43 Izabel: Acho que é uma boa idéia e conto com você para isso!

18:43 Fátima: rsrsrs

18:43 Izabel: Podemos também colocar no blog. Que acha?

18:43 Fátima: blz

18:43 Fátima: mas vi que poucos acessam o blog

18:44 Izabel: Você põe? fica um exercício do curso para você... rss rsss

18:44 Fátima: pode ser...rsrsrs