ATIVIDAD 9 – FÓRUM: Só observando
ROSA MACHADO, quando paro para observar nossos educadores, pude perceber o quanto nos preocupamos com a questão humanitária. Sem dúvida nossos educadores estão atentos a isso. Temos trinta minutos por dia que chamos de espiritualidade para vida, aqui abordamos vários assuntos, e é nesses momentos que deparamos com muitas situações gritantes. Primeiramente o educador procura resolver diretamente com a criança, quando não consegue pede ajuda a pedagoga que procura conversar e resolver os problemas, caso percista encaminha a psicóloga que faz um trabalho mais intenso, quando a necessidade trabalhamos em grupo (equipe técnica).
DEUSI APARECIDA, No cotidiano da escola nos deparamos com inúmeras situações conflitantes, que nos desafiam e nos colocam à prova. Se não houver uma dinâmica, uma sintonia do grupo, o envolvimento da família se torna muito difícil resolver-las. Por isso a importância de um trabalho conjunto em parceria escola-família. Na escola Tempo Integral temos alunos muito difíceis, são três alunos que vem do abrigo, com um histórico muito triste, então para eles violência é algo normal, mas procuramos tratar o caso da melhor forma possível, conversando muito, pensando junto, aconselhando mesmo. Mostrando para eles que a vida deles pode ser melhor do que é dando a eles a esperança de um dia ter uma família, e que no momento a sua família somos nós e as pessoas do abrigo. No final conseguimos muitas coisas positivas com eles. E isso me deixa feliz saber que podemos contribuir para que a vida deles serem melhor.
TANIA BELFORT, Não obstante ter apreciado bastante o texto, gostaríamos de contribuir com as seguintes considerações:
- os mitos que vivemos diariamente vão muito além da esfera educacional, pois são mitos civilizacionais e, portanto devem ser revistos e adaptados à nova consciência planetária.
- citamos como principais:
a) o mito da separatividade - acharmos que estamos separados uns dos outros e, portanto cultivamos com muito apego nossas teorias individuais, comprometendo assim o resultado coletivo;
b) o mito do Ego - concomitante com a ilusão de toda fenomenologia como possuindo existência inerente, pensar que realmente temos uma vida individual distinta no planeta e, sobretudo no cosmos; a revisão desses conceitos por todos, não apenas por educadores, é fundamental e que bom que temos hoje amplo respaldo científico para tal;
c) o mito da verdade - se não esclarecermos para nossos jovens que existem dois tipos de verdades diferentes, a relativa e a absoluta, continuaremos entrando em conflitos ad infinito. De maneira bem resumida, podemos dizer que nossas verdades são na maior parte relativas, a partir de nossas experiências pessoais adquiridas. Como Einstein bem exemplificou, a coisa observada depende do observador e, portanto, todos temos direito a nossa visão específica do objeto ou do assunto que estamos debatendo, sem necessitar entrar em conflito por causa disso. Já com relação às verdades absolutas, não há motivos para discutirmos ou entrarmos em conflito, pois se constituem de assuntos com comprovações inequívocas, tipo: todos nós iremos morrer um dia...
d) o mito do certo e do errado - mais uma vez, dentro do relativismo, evitar os conflitos com o uso do diálogo é sempre uma boa dica. E aí vai um ensinamento de Buddha: "É melhor ser feliz do que estar certo!"
Obviamente, todos os comentários e reflexões feitas pelo autor Carlos Gomes da Costa são bastante interessantes... entretanto, observamos que certos aspectos como o da hierarquia, já há muito tempo que está defasado, uma vez que os jovens, lotados de informações provenientes de outras fontes, afrontam cada vez mais os professores, surpreendendo-nos a cada minuto. Cito um aluno de 7 anos que perguntou ao professor: "Pô, meu, como é que você não tá no Orkult?" Precisamos correr para alcançar essa galera que vem aí, e haja mito a ser criado e mito a ser desmistificado... Será que não podemos substituir a palavra "conflito"? Se praticarmos a aceitação da opinião dos outros, aprendermos a ouvir o que o outro tem a dizer sem julgamento e exercitarmos a tolerância, iremos todos enriquecer nossas vidas com a diversidade abundante ao nosso redor - diariamente...
BARBARA CATARINE, A palavra conflito nasceu como algo mais na linha da discordância, que podia ser uma simples discussão verbal, entretanto hoje conotativamente acrescentou-se a este primeiro conceito as expressões: luta. Briga guerra... Por isso tenho dificuldade em visualizar um conflito que tivesse existido dentro da ONG, prefiro sustentar a minha ilusão no mito da ausência de conflito como disse Carlos Gomes da Costa, já que uma simples discussão verbal entre o educador e o educando não foi vista em nossas dependências. Ao contrário do que é percebido nas escolas públicas, onde todos os conceitos desta palavra são vistos diariamente, tanto em uma defesa de idéias quanto em uma briga.
GISELE CRISTINA, Olá, pessoal!
Eu não encontro muitos conflitos na relação educador/educando com meus alunos, eles me respeitam muito tanto em sala de aula quanto em qualquer outro ambiente da instituição.
Mas isto não se construiu de uma hora prá outra, foi e é preciso muito trabalho com os alunos. Noções de convivência, de solidariedade, de respeito, de diálogo, de regras a serem seguidas, essas coisas!
Muitas vezes foi preciso parar a aula, para trabalhar algo que os alunos precisavam no momento, por exemplo: um desentendimento na hora do lanche, no refeitório. Eles sabem que no refeitório não pode correr, e que cada criança lava seu prato, talher e copo, não é legal brigar e procurar sempre dar um bom exemplo. Eles geralmente levam tal desentendimento para a aula após o lanche. Não custa nada dar uma paradinha no conteúdo programado para o dia e falar um pouco sobre o diálogo na hora de resolver problemas, fazer uma dinâmica prá quebrar o clima ruim que ficou essas coisas.
Também sempre estou no posto de ouvinte. Quando um aluno tem um problema ele geralmente me procura e realmente se abre comigo, quer um conselho, ou simplesmente um colo, e eu dou, com isso foi criando uma relação de confiança entre mim e meus alunos!
Geralmente os maiores problemas são com os alunos novatos, mas nosso trabalho é sempre esse, sempre voltando e voltando, principalmente no que diz respeito à convivência!
AGNALDO RIBEIRO, O trabalho do Grupo Culturart é dividido ao longo do ano por manifestação cultural. nesta época do ano os trabalhos voltam-se para o reisado, preparativos para a festa de Reis em janeiro. Um dos alunos, dos mais velhos acompanhados no Grupo, é participativo, dinâmico e muito esperto, mas quando se trata de compromisso, por exemplo: responsável da semana para conduzir um grupo de alunos para fazer pesquisa sobre o reisado no bairro, este aluno simplesmente não comparecia às aulas. Procuramos a família para saber o que acontecia e éramos informados pelos seus pais de que estava bem e ultimamente jogava muito vídeo game. Convoquei os educadores e, numa reunião muito proveitosa, decidimos aos poucos dar responsabilidade em tarefas curtas no decorrer das aulas. Isso funcionou muito bem, pois este aluno se engajou na proposta do Culturart e às vezes faz trabalhos como monitor, principalmente no período que trabalhamos o reisado o que ele mais gosta e ainda faz parte do espetáculo Folia de Reis.
CATIA CRISTIANE, Observando um determinado educador conduzindo uma sala de aula, pude perceber seu lado humanista, às vezes tradicional em algumas abordagens, porém muito maternal, sua reação na relação de conflitos era sempre a mesma, procurar ouvir as duas partes para então entrarem em um acordo e quando o mesmo não existia, o educador colocava as duas crianças envolvidas para pensar em suas atitudes, após esse tempo de pensamento o educador voltava a conversar com as crianças para que o conflito fosse resolvido. Na minha opinião vejo a educação como uma troca de conhecimentos,mesmo o educador tendo um pouco mais conhecimento, ele também tem a possibilidade de aprender muito com o educando.
DEUSI APARECIDA, Fiquei encantada com o texto sugerido. Perebi que não se deve mascarar as relações, pois onde há relações humanas há conflitos. O importante é saber gerenciá-los e o crescimento que eles nos proporciona. Estabelecendo relação com as atividades que acontecem em minha escola vejo que durante as aulas de artesanato, as crianças aprenderam muito e melhoram na quetão da convivência. Quando acontece algum desentendimento, a professora se coloca como mediadora e as duas partes se entendem e percebem que há outras formas de resolver sem se agredirem seja física ou verbalmente. Hoje já melhoraram muito, percebo um espírito de colaboração e respeito mútuo. Mas a atuação do professor é fundamental como autoridade, que tem valores e princípios esta relação educando - educador ensinado a ser, a conviver, a conhecer e a fazer.
ATIVIDADE 10 – FÓRUM: MEDIAÇÃO DE CONFLITOS
ROSA MACHADO, Bom Pessoal, tem vez que precisamos usar de alguns subterfúgios para poder mediar conflitos. O Professores que usou balas para cativar os alunos e resolver conflitos pode ter sido sim uma maneira de resolver os problemas, uma vez, que ai tem o lado afetivo envolvido. Acredito que o diálogo, atenção e o amor pode sim curar muitas feridas. Lembro de um menino que na metade do ano chegou para mim e pediu para eu fazer um curativo no joelho, pois estava muito machucado, respondi que logo iria fazer que esperasse um pouco, pois estava ocupada. Assim que pude procurei o menino para fazer o curativo, isso se passou uns 20 minutos, ele veio todo contente, levantou o abrigo, e me disse? Tia Rosa tenho certeza que “tava “aqui, olhei o joelho tinha um parte vermelha bem pequeno, coloquei mercúrio, e ele foi todo feliz para sala. Na verdade o que queria era apenas atenção. Um abraço a todos.
DEUSI APARECIDA, As estratégias utilizadas no texto são muito diferentes do que geralmente se vê nas relações do dia a dia. A paz acontece de forma consciente e gradativa. Não é nada forçado, com ameaças ou punições. Na escola Tempo Integral em que administro, procuramos resolver os conflitos de forma harmoniosa, a criança pensa junto, analisa o comportamento negativo, pede desculpas e desenvolve uma boa ação cuidando do outro. Também estabelece um pacto de compromisso de pensar antes de agir, resolvendo com o dialogo ou procurando um adulto para mediar o conflito. Analisamos juntos, se colocando no lugar do outro, respeitando-o tratando-o de forma carinhosa.
CATIA CRISTIANE, 1) As estratégias sugeridas no texto são excelentes, pois tanto as crianças quanto os adolescentes de hoje em dia estão muito precoce e agitados, infelizmente alguns deles vivem um mundo adulto por conta de algumas necessidades familiares, e a escola às vezes se torna um lugar de refúgio para então descarregarem suas ansiedades, o que os educadores tem que estarem sempre munidos de estratégias para a mediação de conflitos.
(2) No meu dia a dia com as crianças eu trabalho muito com o corpo e movimento, através de relaxamento, canto, pois percebo que através desses exercícios colocam tudo pra fora, confesso que não é fácil, pois às vezes algumas crianças tentam resistir na mediação de conflitos, mas tento da melhor maneira possível para que possam refletir um pouco, mostrando a eles que o mundo tem muitas coisas boas para ser vividas ao invés de guardar rancor do amigo, brigar, viver reclamando de algo ou até mesmo internalizar um problema que só um adulto pode resolver que são os conflitos que a maioria vivenciam em seu cotidiano familiar, e assim tenho uma relação de amizade com todos.
DIVA DE SOUZA, comportamentos que podem aumentar o conflito e colocar mais lenha na fogueira, e não achar solução para o problema e meditar e achar respostas para o que esta ocasionando conflito e trabalhar em cima da respostas achadas através da tranqüilidade de ações e soluções.
BARBARA CATARINE, Durante a leitura dos textos pude perceber que duas técnicas orientais foram citadas, as quais são muito eficazes... utilizar a meditação para acalmar a mente e/ou meditar sobre determinados atos, é totalmente válida...utilizar a energia do outro durante um conflito faz com que você, respeite o seu "opositor" mesmo discordando de suas idéias.
Aqui no Estrela da Paz, durante o ano, são passados para todos os participantes do projeto 60 valores humanos, primeiramente através da meditação, depois estes são trabalhados em todas as outras atividades.
Assim todos já aprendem quais são as formas de resolver possíveis conflitos, algumas delas são: Pense antes de agir,Escute com a mente aberta,Trate o sentimento das pessoas com respeito e Tenha responsabilidade pelos seus atos.
GISELE CRISTINA, Quando se aceita a proposta de educação para a paz, há que se perceber que são necessárias várias mudanças na relação educador/educando/instituição/proposta de ensino. Primeiro que hoje em dia temos uma proposta de ensino na maioria das escolas que visa muito à competição, é competição para entrar num vestibular, escola militar, mercado de trabalho, essas coisas que são necessárias realmente, mas que ultimamente tem se dado muito mais destaque do que a formação de valores. Para formar um cidadão crítico, consciente de seus direitos e deveres, multiplicador de uma cultura de paz, é preciso então dar mais ênfase ao ensino de valores. Mostrar o quanto é importante a amizade, o amor, a compaixão, a solidariedade, a seriedade, o diálogo, entre outros valores tão importantes englobados no que temos de noção como boas maneiras.
Mas é um processo que demanda tempo, é uma semente que pode demorar para germinar, mas quando germina, cresce, se multiplica, e assim tomando como exemplo estas sementes, podemos levar para as crianças/adolescentes de uma instituição. Quando estes percebem o quão é importante essa cultura de paz, naturalmente passam para frente. Claro que estamos lidando com seres humanos, cheios de instabilidades, altos e baixos, e em um desses momentos, podem esquecer tudo o que aprenderam com a cultura de paz e em um determinado momento agirem completamente contrário ao que ensinamos.
Isto dá um sentimento de frustração sim... afinal, um trabalho que levou um certo tempo, de repente parece que foi por água abaixo. Mas aí é que entra a questão. Quando trabalhamos a cultura de paz, é um assunto que nunca deve ser esquecido, deve sempre ser trabalhado, a cada oportunidade que surgir, mesmo que em uma aula importantíssima, não custa nada perder 5, 10, 15 minutinhos para conversar com a turma quando algo não vai bem... acertando os pontos, estabelecendo regras criadas pelos alunos, de acordo com o que eles acham necessário seguir, claro, com a mediação do educador, procurando sempre perceber e lutar pelo direito, necessidade básica da criança!
TANIA BELFORT, Inicialmente queremos agradecer as sugestões de sites e artigos que muito nos enriquecem. Com relação ao tema, existe uma enorme diferença entre as escolas públicas e privadas, bem como entre as ONGs. No nosso caso, acreditamos que vivenciamos uma situação privilegiada, pois o convívio direto com a natureza já conduz a um estado de harmonia e plenitude. Em pouquíssimos momentos nos deparamos com "conflitos" - quando surgem divergências, ensinamos a tolerância, o escutar da opinião do outro e o respeito mútuo.
Gostamos muito dos artigos sobre as técnicas de mediação - em especial do artigo de Flávia Mantovani, que traz o depoimento de Maria Elvira Tuppy "A educação para a não-violência requer o diálogo e a escuta ativa. A criança e o adolescente precisam entender a responsabilidade das suas escolhas...” Na nossa prática, utilizamos o Yoga, a Meditação e as Artes em geral, sobretudo a pintura e a música; deixamos que eles participassem da dinâmica do momento buscando a integração plena e a auto-realização. Postaremos no nosso blog algumas fotos dessas atividades. www.estrelinhasdapaz.blogspot.com
ATIVIDADE 11 – FÓRUM: COMUNICAÇÃO VRITUAL EM TEMPO REAL
BARBARA CATARINE, Olá Simone e Grupo, Aos poucos e por necessidade fui entrando nesse ambiente que já existia e que eu não dava muita importância - o ambiente virtual - durante o meu curso de graduação, fiz várias reuniões via MSN altas horas da noite, facilitava muito, além do custo-benefício, hoje raramente utilizo telefone.
Quando preciso criar alguma coisa para a ONG, em relação à programação visual, rapidamente entro em contato com nossa Web Design e solicito ajuda via MSN, assim posso aprender mais sobre esta ferramenta e ainda desafogo ela.
Quando quero entrar em contato com os jovens da ONG, envio uma mensagem para o celular através de torpedos, além de deixar mensagens no MSN e Orkut, rapidamente eles me retornam, muitas vezes até na mesma hora se estiverem conectados.
No Gmail, tem a opção de bate-papo, lá você pode ver também quem de seus contatos estão on line, é super prático, utilizo para conversas rápidas, principalmente com quem não tem conta no MSN.
Em alguns sites, principalmente os jornalísticos, existem fóruns que pauta sobre diversos assuntos, quando tem algum que me interesse eu participo, gosto mais dos fóruns que das salas de bate-papo, estas raramente entro.
Já o Skipe ainda não o utilizei.
Abraços turma!
GISELE CRISTINA, Você já conhecia essas ferramentas?
Sim, sou uma pessoa viciada em internet, hehehehehe
1. Conhece outras com essa mesma função? Quais? Não sei se ainda está em uso, mas existe o Mirc, que é uma espécie de bate-papo onde há a possibilidade de reunir muitas pessoas. É uma ferramenta antiga, mas que era muito legal, não sei ao certo se ainda acessam esta ferramenta.
2. Você usa alguma delas? MSN, Orkut, E-mail, torpedo celular, de tudo um pouco!
3. Você acha que elas facilitam a convivência? Por quê?Olha, eu costumo dizer que a internet me deu tudo, mas calma, vou explicar! Eu sempre fui uma pessoa mais retraída, e na internet eu posso me soltar um pouco, o que me proporcionou aumentar meu ciclo de amizades! Também estou onde trabalho atualmente graças a um anúncio na internet. Até meu casamento, eu conheci meu esposo pela internet, então eu acredito sim que são ferramentas que facilitam a convivência. Porém temos que usá-las com consciência que nem todo mundo compreende a vida em comunidades virtuais, acham que por ser virtual pode fazer de tudo e esquecem que até no mundo virtual existem regras.
No Orkut tenho a comunidade Pedagogia, com mais de 50.000 membros, médio outra comunidade grande, de banda, e os conflitos nestas comunidades, no que diz respeito a não aceitação de regras são muito grandes... até comentários como: No mundo virtual não precisamos de regras eu já li nas minhas comunidades, já fui taxada até de déspota em minhas comunidades porque nelas as regras são seguidas por quase todas as pessoas e quem se rebela e não argumenta acaba expulso do grupo. Mas se há uma rebeldia com um bom argumento, acaba se transformando em uma troca de experiências. Já mudei regras de comunidade depois de protestos dos membros, que debateram o assunto e argumentaram... tudo se resolve com conversa!
CATIA CRISTIANE, 1) Já conhecia o MSN. 2) Não, já ouvi falar do Skype, mas nunca utilizei. 3) Sim o MSN. 4) Sim, pois como trabalho diariamente e estudo, o MSN facilita o diálogo entre amigas da faculdade e meus familiares, possibilitando a troca de conhecimentos e interação.
DEUSI APARECIDA, Na verdade sou um pouco leiga no assunto. Confesso que esse curso tem me ajudado muito a buscar melhorar meu conhecimento sobre o uso destas ferramentas. Já usava o MSN, o OKUT, faço pesquisas na internet, mas a conversa no chat ou postagem no blog ainda deixa a desejar. Tenho certeza foi o melhor jeito de não perder o contato com tantas pessoas legais e com experiências diversas que conheci no curso presencial de Curitiba.
VERA CAROLINE, Sim Conhecia aqui na instituição nos comunicamos muito por MSN, pq as salas são um pouco distantes ai utilizamos o MSN para nos aproximar. Resolve muito sim, pois a comunicação acaba por ser mais intensa e não só o necessário.
TANIA BELFORT, Essas ferramentas são maravilhosas, porém nem todas podem ser disponibilizadas para nosso público em geral. Trabalhar com a periferia onde os jovens acessam a internet em lan houses torna difícil a interação. Estamos no momento apenas com o Blog. No caso dos Colaboradores, que são os facilitadores do Projeto, o tempo e o conhecimento das técnicas necessárias para tal, tornam-se fatores de dificuldades a serem superadas a médio e longo prazo. Entretanto, alguns já as utilizam, como BÁRBARA MARQUES, que está realizando um ótimo trabalho na área de Comunicação pela Paz. É a administradora do nosso projeto e merece todo nosso incentivo e apreço.
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